

A TRISTE BELEZA
A seca não tira a beleza do sertão !
O vaqueiro com cheiro de couro no corpo, Aguentando o peso do gibão . Entre o sonho e a natureza, a tristeza nasce ! E tudo morre na quentura desse chão ! Lá ! Lá ! Lá ê! ê êêê ! Lá ! Lá ! Lá ê! ê êêê ! Lá ! Lá ! Lá ê! ê êêê ! Lá ! Lá ! Lá ê! ê êêê ! Chora ! Chora Velho sertanejo ! Chora a morte do gado, Chora a falta dágua, Ora a Deus ,o teu desejo ! Ora a Deus sem cessar Pede chuva pra plantar E sonha com o festejo ! Velho cansado Sertanejo ! Lá ! Lá ! Lá ê! ê êêê ! Lá ! Lá ! Lá ê! ê êêê ! Lá ! Lá ! Lá ê! ê êêê ! Lá ! Lá ! Lá ê! ê êêê ! A seca não tira a beleza do sertão ! O vaqueiro com cheiro de couro no corpo, Aguentando o peso do gibão . Entre o sonho e a natureza, a tristeza nasce ! E tudo morre na quentura desse chão ! Lá ! Lá ! Lá ê! ê êêê ! Lá ! Lá ! Lá ê! ê êêê ! Lá ! Lá ! Lá ê! ê êêê ! Lá ! Lá ! Lá ê! ê êêê !
BADÚ LYMAH
Enviado por BADÚ LYMAH em 16/07/2024
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