

O CATERETÊ
Ô ! Ô ! Ô ! Ô ! Ô ! Ô ! Ô ! Ô ! Ô ! Ô ! Ô ! Ô ! Saio cedim da fazenda ; Chinelo bateno no pé , Sapiscano a lama do chão. Vou resmungano e cantano , Pra espantá a solidão. Saio cedim da fazenda ; Chinelo bateno no pé , Sapiscano a lama do chão. Vou resmungano e cantano , Pra espantá a solidão. Cadê ? Cadê ? Cadê o Cateretê !? Cadê ? Cadê ? Cadê o Cateretê !? Procuro e não acho ; Num sei mais o que fazê ! Saio resmungano e cantano, Procurano o cateretê ! Mas só encontro ocê ! Só encontro ocê ! Mas só encontro ocê ! Só encontro ocê ! Falo sozim na estrada, Sorriso preso, sem percebê . Por que sobra ocê? me perdi na dança , Que eu tanto queria, achá ! Talvez o tal cateretê, Tá aqui no seu olhá ! ( Refrão ) Agora eu danço ! danço! Vou dançano sem sabê , Se o amô entrou no forró, Pra quê o cateretê? Se eu só quero ocê ! Ocê ! Ocê ! Ocê ! Agora eu danço ! danço! Vou dançano , sem sabê; Se o amor entrou no forró, Pra quê o cateretê? Se eu, só quero ocê ! Ocê ! Ocê ! Ocê !
BADÚ LYMAH
Enviado por BADÚ LYMAH em 30/01/2026
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